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Ivonete Ludgério manda recado para Pimentel: “Teve presidente que deixou dívidas para que eu pagasse”

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A presidente do Poder Legislativo de Campina Grande, vereadora Ivonete Ludgério (PSD) declarou à imprensa que “é normal essa questão de renunciar. Cada vereador é dono do seu mandato por quatro anos, e faz dele o que acha que é necessário e da vontade dele e de seu eleitorado. Para mim é muito natural que alguém renuncie, até porque o prazo para a posse já extrapolou”.

Ela se referia à decisão de alguns edis de não ocuparem cargos na mesa diretora, para os quais foram eleitos.

“Esta é uma casa de discussões e de soluções. Portanto, nada é estranho no caso de uma renúncia.

Ivonete anunciou que “vou esperar a vontade deles (Márcio Melo, Saulo Germano e Sargento Neto). Eles são livres e independentes para tomar as decisões que quiserem tomar”.

No tocante à alegada concentração de poderes na presidência, a vereadora ponderou que “eu não quero magoar os presidentes anteriores, até porque um deles é o meu marido (deputado Manoel Ludgério). Mas em nenhuma gestão houve tanta transparência quanto na gestão de Ivonete. Isso não pode se falar. Essa questão não me atinge”.

Quanto à sua intransigência, citada por colegas de Câmara, ela respondeu que “sou uma pessoa que gosta de dialogar. Todas as mudanças feitas na Casa têm as assinaturas dos membros da mesa anterior (2017/2018). Essa questão de espaço, nunca cobraram dos outros (ex) presidentes”.

No que se refere ao pedido de divisão de atribuições com os demais cargos da mesa, Ivonete declarou que “se for para compartilhar, tem o ônus e o bônus, e responder solidariamente com a presidente. Se a maioria decidir, a vereadora Ivonete aceita”.

Sobre a condução “ditatorial” apontada por Saulo Germano e Márcio, a presidente da Câmara campinense asseverou: “Olha, isso é assédio moral”.

Ela aproveitou a ocasião para rechaçar outros ataques: “Já teve presidente aqui que expulsou a turma da APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) – eu nunca fiz isso! Teve presidente aqui que deixou dívidas para que eu pagasse (seu antecessor foi Pimentel Filho), mas nunca assumiu. Só assume o lado bom da história. Eu assumo o ônus e o bônus. Só responsável pelas decisões que tomo, mas nunca tomo sozinha”.

A presidente apelou para que “vamos trazer para a Câmara discussões que sejam de importância para a cidade, e não questões pessoais”.

*fonte: coluna Aparte, com o jornalista Arimatéa Souza

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