Câmara aprova orçamento de R$ 2,44 bilhões e rejeita as emendas impositivas; oposição promete ir à Justiça

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A Câmara Municipal de Campina Grande realizou uma sessão extraordinária nesta terça-feira (30) e aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA), que prevê um orçamento de R$ 2,44 bilhões para o exercício de 2026. A casa legislativa, através da bancada governista, rejeitou as emendas impositivas propostas pela oposição.

As emendas parlamentares previam 1,2% da receita corrente líquida, destinando em torno de R$ 20 milhões ao parlamento. Cada vereador teria direito a aproximadamente R$ 870 mil para distribuir em obras e com instituições sem fins lucrativos.

A rejeição das emendas parlamentares causou revolta aos vereadores da oposição. Olimpio Oliveira (Podemos) disse que os colegas da situação dizem nos bastidores que são favoráveis, mas que na hora da votação se posicionam contra, numa submissão ao Poder Executivo. Ele chegou a chamar o prefeito Bruno Cunha Lima (UB) de “vereador do ano”, considerando que a Câmara aprova todo e qualquer projeto do Executivo que é encaminhado à casa legislativa.

O líder da situação, Alexandre do Sindicato (UB), nega a interferência. Garante a limitação dia recursos para a não aprovação das emendas.

A Secretaria de Educação terá o maior volume de recursos em 2026, conforme a aprovação. Supera, inclusive, a pasta da Saúde:

Educação – R$ 654.168.000,00
Saúde – R$ 625.443.000,00
Obras – R$ 223.260.000,00
Finanças – R$ 183.210.000,00
Serviços Urbanos – R$ 101.595.000,00.

A oposição, liderada pelo vereador Anderson Pila (PSB), disse que vai à Justiça para garantir as emendas impositivas. Pila argumenta que a rejeição fere a Lei Orgânica do Município.

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