“Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade”

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Após o governo Michel Temer anunciar a alta de impostos sobre os combustíveis, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) voltou a inflar o pato amarelo que marcou as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff feitas pela entidade.

Nesta quinta-feira (20), o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse estar “indignado” com o aumento das alíquotas do PIS e da Cofins e destacou que o aumento de impostos amplia a crise no momento em que a economia começa a emitir sinais de recuperação.

O mote da Fiesp, “Não vou pagar o pato”, em alusão ao aumento dos tributos para cobrir o déficit nas contas públicas, permanece o mesmo dos protestos anteriores. “Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo”, disse Skaf em nota.

“Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre”, completou.