“A FIEP foi pioneira no grito das águas”, destaca o empresário

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Empresários paraibanos são unânimes ao reconhecer a importância da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), nas lutas e pleitos em prol da Transposição das Águas do Rio São Francisco. O presidente do Sindicato de Minerais Não Metálicos, Manoel Gonçalves, destaca o papel da FIEP neste processo. “A Federação das Indústrias foi a entidade pioneira no ‘grito das águas’, fomos os primeiros a despertar para esta necessidade da transposição”,  disse Manoel Gonçalves.

O empresário também é enfático ao dizer que, sem água, não há como o Nordeste se desenvolver, principalmente nas regiões do semiárido e sertão. Para ele, a chegada das águas é um marco depois de um ciclo de seca que persistiu nos últimos seis anos, gerando muitas dificuldades para todos os setores econômicos e para a população de um modo geral.

Manoel Gonçalves acredita que a transposição de águas do Rio São Francisco possibilitará uma regularidade no abastecimento de água. “Isso atende em primeira instância a necessidade humana e, consequentemente, os principais setores da economia que necessitam diretamente de água, a exemplo da agroindústria”, explica.

Embora o setor de mineração não exija uma demanda significativa de água para manter sua produção, o presidente do SindMinerais (PB), está confiante com a chegada das águas no Estado da Paraíba. “Existe uma boa expectativa para a chegada de novas indústrias, garantia de energia e trabalho durante os 365 dias do ano”, comemora o empresário que também integra a diretoria da FIEP.