Romero não aceita receber décimo-terceiro salário

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Repercutiram positivamente as declarações à imprensa do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, de que não receberá décimo-terceiro salário, mesmo sendo um benefício chancelado pelo Supremo Tribunal Federal.

Para o prefeito, é preciso entender o momento, que é de “sacrifício”, em razão das dificuldades enfrentadas pelos estados e municípios, com constantes quedas de receitas, afetando os custeios e ações das mais essenciais.

Romero, dentro dessa linha de austeridade, já tinha reduzido o próprio salário e do vice, em 40%, em setembro de 2015, antecipando-se ao agravamento da crise.

Na mesma época ele também reduziu em 20% as gratificações dos comissionados; suspendeu as novas contratações, pagamento de diárias, locação de veículos e horas extras.

Na época, o gestor revelou que ocorrera uma diminuição de 9% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a queda de 25% na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Até hoje o quadro não melhorou, mas graças à política austera implementada pelo prefeito, foi possível manter o equilíbrio fiscal e pagar os compromissos assumidos, inclusive a folha de pessoal sempre dentro do mês trabalhado.