Advogada do Treze avalia marcação de julgamento no TJDF-PB: “Inócuo”

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Ao comentar nesta segunda-feira (09) a marcação por parte do TJDF-PB do julgamento da polêmica envolvendo o Treze, o Campinense e o Profut no Paraibano 2016, a advogada do Galo, Michele Ramalho, classificou que “não terá efeito” qualquer decisão tomada pela Justiça Desportiva estadual.

Ontem, através de edital de sessão extraordinária assinado pelo presidente do TJDF-PB, Lionaldo Santos Silva, o Pleno foi convocado para, a partir das 18h30 de quarta-feira (11), analisar o Mandado de Garantia 033/2016, impetrado pelo Alvinegro no dia 27 de abril.

No documento, o Treze pediu liminarmente para jogar as semifinais no lugar do Campinense, alegando que o rival não possui ainda as Certidões Negativas de Débitos exigidas pelo Profut, lei que acabou modificando o Estatuto do Torcedor.

– Estamos sabendo que vai ocorrer esse julgamento no Pleno do TJDF-PB, mas não terá qualquer carga. Isso visto que a competência já foi deslocada. A competência já é do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). Então qualquer decisão tomada na Justiça Desportiva da Paraíba será inócua – comentou  Michele Ramalho.

Finais

O Botafogo-PB bateu o Sousa por 2 a 0, neste domingo, no Almeidão, e se garantiu na decisão do Paraibano 2016.

Agora, o Belo espera a definição desse imbróglio para saber se enfrenta CSP ou Campinense, que estão na outra perna das semifinais.

Ou até o Treze, caso o Alvinegro tenha êxito em seu pleito na Justiça Desportiva, jogue a semi contra o Tigre praiano e avance para a final.